Henri Cartier-Bresson

por Suelen Figueiredo em 27 de junho de 2011

“Tirar uma fotografia é unir a cabeça, os olhos e o coração. É uma forma de viver.”

“Para mim, a câmera é um caderno de esboços, um instrumento de intuição e espontaneidade, o principal do instantâneo que, em termos visuais, questiona e decide simultaneamente. É pela economia de significados que uma pessoa chega a simplicidade da expressão.”


Henri Cartier-Bresson desenvolveu um forte fascínio por pintura desde cedo, particularmente pelo Surrealismo. Em 1932, depois de passar um ano na Costa Ivory, ele descobriu a Leica – Sua câmera escolhida – e se apaixonou por fotografia. Em 1933 ele teve sua primeira exposição na Galeria Julien Levy em Nova Iorque e também, anos depois, filmou com Jean Renoir.

Exilado da guerra em 1940, Henri escapou em 1943 e posteriormente se uniu a uma organização secreta para ajudar prisioneiros e fugitivos. Em 1945 ele fotografou a libertação de Paris com um grupo de jornalistas profissionais e fez um documentário chamado “Le Retour” (O Retorno).  Em 1947, com Robert Capa, George Rodger, David ‘Chim’ Seymour e William Vandivert, ele fundou Magnum Photos. Depois de três anos viajando no Oriente, em 1952 ele voltou à Europa, onde publicou seu primeiro livro “Images à la Sauvette” (O momento Decisivo).

A partir de 1968 ele começou a reduzir suas atividades fotográficas, preferindo se concentrar em desenhos e pinturas. Em 2003, com sua mulher e filha, criou “A Fundação de Henri Cartier-Bresson” em Paris a fim de preservar seu trabalho. Cartier-Bresson recebeu um número extraordinário de premiações, recompensas e honrosos doutorados.
Em 03 de agosto de 004, morreu em sua casa em Provença,  no Sudeste da França, poucos dias depois do seu 96 aniversário.

 

Fonte: MagnumPhotos.com

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Suelen Figueiredo

Aspirante a jornalista, produtora de moda freelancer e apaixonada pela estética e pelo impacto que a união de palavras pode causar, idealizou o site Who Wants Fashion e colaborou durante quase um ano para o blog da Revista Foto Grafia.

3 comentários sobre “Henri Cartier-Bresson”

  1. clODoalDO FiGuEIRedO disse:

    Trabalho de pesquisa de um tema que remonta desde antes da segunda guerra, cujo acervo culminou com uma renomada fundação a qual empresta seu nome. Parabéns filha.

  2. [...] para algum lugar perto de Paris, França, onde conheçou um dos fotógrafos mais famosos do mundo: Henri Cartier-Bresson. Em 1957, após deixar o exército, Davidson passou a trabalhar para a revista Life e tornou-se [...]

  3. [...] seu trabalho no jornal universitário. Influenciado por grandes nomes do fotojornalismo, como Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, buscou inspiração também nos trabalhos de Stephen Shore, William Eggleston, Pedro [...]

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